sábado, 13 de fevereiro de 2010

Paz

Tu és um ponto em branco
Que está suspenso no ar
E que depois pousa por sobre o
Imenso gramado
Que recobre minha alma.
Depois tu te vais
Deixas tudo para trás...
A harmonia, a calma...
E voltas, como sempre,
E não podes me atormentar
Porque és paz,
E infinitamente estás pousada
No verde imenso
De esperança de meu ser.

(1996)

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