sábado, 14 de maio de 2011

Teu corpo

Durante a tempestade procuro teu abrigo
No calor dos teus braços me sinto segura
Tenho tantos espaços com tanta brandura
Tua pele, felicidade do teu conforto amigo.

Conforta-me saber que conto contigo
Tua voz, desembaraço, é toda candura
Dormindo és anjo de abraço, és cura
A escutar-me, a ver que se passa comigo.

Em teu sorriso escorro e a palavra de ouro
É voto vindouro e em que dispenso zagorro:
Tanto fastidio é em ti que eu esqueço.

Quando tenho frio é aí que me aqueço, 
É onde eu morro e contenho meu choro,
Teu corpo é para onde corro e peço socorro.

2 comentários:

  1. Lindo poema,amiga!
    Me sinto assim com meu marido:
    é meu porto seguro!
    E como é bom ter um pra si.
    Beijo!

    ResponderExcluir